(Pedro Paulo Marra)
(Foto: Divulgação)
Seu Chico, seu Chico.
Meu grande amigo do sertão.
Da bota bunita e com toda essa solidão.
Por quê tanto assovias?
Deitado nessa terra batida,
onde perambulam vidas.
"Meu capim é de querubim.
Minha lua sopra estrelas.
E meu povo, meio metido a besta,
é o que guardo pra mim".
Ta certo, ta certo.
Mas e essa vegetação?
Não parece ser de sertão!?
"Não mesmo companheiro!".
É de onde então?
"É de onde sai a poeira,
que serve de inspiração,
pra minha poesia faceira.
Aquela que mora na minha cidade com muita paixão.
E lhe digo o nome dela!".
Pois diga!
"Ela vem e faz rima e faz prosa,
além de ser milagrosa,
define minha vontade em escrever com amor e paixão.
O nome dela é Poemão.
Cuja rima deixo grafada no seu coração".
Produção: 28 de Julho de 2016.

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